Gestão financeira para construção civil | Numera
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Numera para construção civil

Quanto sobrou da obra? Base caixa, obra por obra.

Na construção, o gasto corre na frente e a receita vem por medição. A Numera acompanha cada obra por centros e subcentros de custo — e mostra quando a obra vira.

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Janeiro fechou no vermelho. Prejuízo — ou fase de obra?

O Marcos toca 3 obras ao mesmo tempo. Em janeiro, o caixa da empresa fechou R$ 12 mil negativo — e o agregado não dizia se era obra comendo caixa na fase certa ou dinheiro indo embora.

Gráfico de cascata da Numera — resultado de janeiro da empresa inteira: R$ 128 mil de Receita Bruta e resultado final de −R$ 12 mil

Exemplo construído sobre casos da base Numera.

A cascata da empresa inteira: verdadeira, mas muda — três obras somadas não contam a história de nenhuma.

Onde agir: três decisões do dono

  1. 1

    Criou um centro de custo por obra e subcentros por etapa — fundação, estrutura, acabamento. Todo lançamento nasce carimbado com a obra.

  2. 2

    Passou a olhar cada obra no próprio recorte, mês a mês: o vermelho da fundação tem fim marcado — a pergunta é quando a receita equaliza.

  3. 3

    Fechou cada obra no caixa: medições recebidas menos gastos da obra — quanto sobrou, de verdade.

Gráfico de tendência mensal da Numera filtrado pela Obra Vila Nova — dezembro a fevereiro no vermelho, equaliza em março e segue positiva até a entrega em julho
A obra no seu próprio recorte: o impacto negativo do início acaba — e o mês da virada aparece.

«Antes eu sabia o caixa da empresa. Hoje eu sei o caixa de cada obra — e qual delas está pagando as outras.»

— Marcos, dono de construtora

Medição entrou, gasto saiu: a obra atualiza no dia. A reunião de segunda é obra por obra, não no bolo.

Obra entregue: R$ 84 mil no caixa — 17,5% do que entrou

Na entrega, a conta da Vila Nova estava fechada: R$ 480 mil recebidos, R$ 396 mil gastos. Sem achismo de planilha — o lucro da obra, base caixa, real por real.

Gráfico de cascata da Numera do período inteiro da Obra Vila Nova, com o painel de Centro de Custo aberto — R$ 480 mil de Receita Bruta, R$ 396 mil de Gastos da Venda e resultado final de R$ 84 mil, 17,5%
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Planejamento não se faz. Planejamento se força.

O fechamento da obra sai em PDF — um botão, e a prestação de contas está na mesa. No WhatsApp, a Iara responde o que tem para pagar e quanto tem no caixa.

E quanto mais a empresa usa a Numera, mais a Iara aprende — menos o time preenche.

Relatório de fechamento em PDF gerado pela Numera — acompanhamento do resultado da Empresa Construtora Alicerce, recorte da Obra Vila Nova, com sobrou no período de R$ 84 mil

Reforma, empreitada, incorporação — o jogo é o mesmo

A Numera não controla estoque de canteiro — de propósito: para a PME, o que decide é o caixa da obra. Quem vive de obra precisa saber quando ela para de comer caixa e quanto deixa no final.

Financeiro não é uma ciência exata — é uma ciência de tendência e comportamento. A evolução do fluxo de caixa mês a mês é crucial para a tomada de decisão. Nós, empreendedores, vamos errar; um fluxo de caixa sob controle nos permite errar e corrigir rápido.

Feche a próxima obra sabendo quanto ela deixou no caixa

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Perguntas frequentes

Finanças de quem vive de obra, respondidas sem rodeio.

  • Base caixa: tudo que a obra recebeu menos tudo que ela gastou, do sinal à entrega. Na Numera, é a obra filtrada pelo centro de custo dela.

  • O centro é a obra; os subcentros são as etapas (fundação, estrutura, acabamento). Cada lançamento nasce carimbado — e o recorte responde por obra ou por etapa.

  • Na fase de fundação e estrutura, sim — o gasto corre na frente da medição. O que importa é enxergar o mês em que a receita equaliza. Se ele não chega, é hora de agir.

  • Não, de propósito. Para a PME, o estoque de canteiro não decide — o caixa da obra decide. O material aparece onde pesa: no gasto da obra.

  • Um centro de custo por obra. O agregado continua existindo para a empresa — mas cada obra tem o próprio resultado, e você vê qual paga as outras.